Gerar, fazer vir ao mundo, criar... Ser mãe é lindo, é incrível, mas também pode ser solitário, intenso, difícil, mas uma certeza nós temos... é para sempre. É viver entre o tal do instinto materno, do amor incondicional, da responsabilidade vivida sozinha e também compartilhada.
Entre muitas das noites mal dormidas da maternidade real, o peso de cuidar e de ter também uma carreira profissional. Entre o coração de uma mãe que “cabe sempre mais um” e por vezes a força de querer,ou precisar, de dar conta de tudo sozinha.
Entre vontades e medos, desejos e receios, anseios e inseguranças, angústias e alegrias, realizações e algumas frustrações, e um amor infinito, estão as mães.
Mães de um, de dois, de três, de quatro, mães a solo, mães que têm alguém com quem podem contar, mães modernas, mães corujas, mães jovens, mães duras, mães liberais, mães guerreiras ou tudo isso numa só.
Dizem que “as mães são todas iguais, só mudam de endereço”. Mas entre tantas semelhanças e diferenças, cada uma sabe das dores e das alegrias de colocar e educar uma criança neste mundo.
Só elas sabem da carga e do quanto é incrivel de ver os filhos e filhas crescerem e tornarem-se tudo aquilo que elas idealizaram, ou até mesmo, o contrário disso tudo. Só elas sabem a culpa que carregam e do orgulho também.
Só elas sabem e sentem o que é abrir os olhos todos os dias e pensar se estão a fazer o correto ou o suficiente. Mas com a certeza de que estão a fazer o o seu melhor enquanto não têm condições para fazer melhor ainda.
